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quinta-feira, setembro 10, 2020

Educação Sexual e o Género Humano

 Educação Sexual e o Gênero humano


As mulheres e os homens que vivem se bandeando de "lado" só o fizeram porque não conseguiram enxergar a beleza da Criação de Deus. Não os condeno não, quem sou eu para julgar, muito pelo contrário, Deus concedeu a todos o livre arbítrio, quem escolhe seu caminho é você, pelo bem ou pelo mau, para o bem ou para o mal. O cérebro "humano" (como se pudesse Ele ser apenas humano)  tem muitos Universos, você pode situar-se no que mais lhe aprouver. Agora, fazer apologia de que sua experiência é a melhor para o outro, aí é exagerar na dose. Sua experiência é sua, e de mais ninguém. Quanto a esta coisa de Deus ter colocado na Terra um único ser espiritual com uma única manifestação sexual, que, porém, para seu próprio desenvolver eterno, requer duas biologias manifestas, aí, é coisa de Deus. O resto é o desafio da experiência e do crescimento de cada um. Se, ainda, a este pensamento puder ser acrescentado o raciocínio, próprio ao humano encarnado, de que ele seria o próprio Deus na Terra, aí então faria mais diferença ainda para a compreensão do que ocorre. Para mim não é uma questão religiosa ou entre religiões, mas uma questão Divina.

segunda-feira, março 19, 2018

Cristo Jesus - Sananda - "a Verdadeira História"







Cristo/Sananda: Sua História - (Através de Ashtar-Athena) 


Meus amados, boa noite. Sou Sananda. Minhas bênçãos e graças para todos vocês. Esta noite quero passar um tempo com minha família e falar um pouco da minha vida, ressaltando que, na verdade, ela também é a vida de vocês. Como vocês, meus queridos, eu também fui uma criança que tinha uma espécie de véu. Mas era uma criança diferente. Como muitos de vocês, sementes de estrelas, eu tinha pensamentos e sentimentos que nem podiam ser levados em consideração naquela cidadezinha, onde a maioria das pessoas se preocupavam apenas com coisas menores. Para falar a verdade, não éramos muito populares naquela pequena cidade.
À medida que eu crescia e meus dons começavam a se expressar, muitas pessoas daquela cidade procuravam minha família e diziam: “Não sabemos o que fazer com esse seu filho, Yeshua. Talvez vocês devessem encurtar as rédeas dele. Ele fala de coisas que nossos filhos nunca ouviram falar. E dá um mau exemplo…” Mesmo assim, eu não conseguia refrear o poder do amor dentro de mim, a capacidade de ver além do véu e dentro dos corações da espécie humana, que eu parecia ter desde a mais tenra idade. Quando fui ao templo para pedir conselhos aos anciãos, eles também não conseguiram compreender o meu coração. Comecei a sentir, como vocês às vezes sentem, que eu não fazia parte daquilo e que havia algo errado comigo.  
A Jornada
Certo dia, uma caravana estava passando por nossa vila. Eu gostava de ficar olhando as caravanas, talvez essa fosse a única emoção numa vida muito comum e monótona. Implorei ao condutor da caravana que me levasse com ele para as terras do leste, pois meu espírito me mandava buscar outras pessoas que tivessem um jeito parecido com o meu. Peguei uma carona, por assim dizer, na caravana e, com as bênçãos de meus pais, parti numa longa jornada de muitos meses, embora fosse um jovem com menos de quinze anos naquela época.
Acabei chegando à terra de Arya Vata, que vocês chamam HOJE de Índia. Reparei que havia muitos indivíduos cobertos de andrajos andando por lá, mas em seus olhos ardia o fogo do propósito, queimava o fogo da visão e da santidade. Fiquei com eles, sendo também tomado por um mendigo, um vagabundo, um andarilho sem vintém. Fui a muitas e muitas daquelas moradias, cavernas, ashrams (local de retiro, na Índia). Sentava-me e escutava. Ouvi inúmeros ensinamentos que, a meu ver, não pareciam verdadeiros. 
Eu os questionava e creio que não levou muito tempo, não fui bem-vindo, pois fazia as perguntas erradas. Eu perguntava: “Que ensinamento é esse que diz que se deve reencarnar sem parar? E se alguém errar o caminho é possível nascer como um verme ou um inseto ou um animal?” Esses não pareciam ser os ensinamentos do Pai. Procurei outras pessoas e fazia perguntas em qualquer lugar que eu fosse. Ninguém sabia as respostas; pareciam ter esquecido. Mas, de alguma maneira, os ensinamentos da Luz estavam gravados em minha alma.
Retirei-me para as imensas florestas e orei com todo o coração, pedindo orientação. Senti um redemoinho dentro de mim. Não conseguia explicar a paixão que às vezes tomava conta de mim, e eu estremecia de fervor por compartilhar o amor do Pai.
Tive várias experiências maravilhosas. Um dia, eu estava sentado numa área sagrada do Himalayasempre frequentada pelos iluminados. Sentado na caverna, tive uma visão fortíssima e uma grande Luz apareceu para mim. Como muitos, passei a duvidar do que vira e comecei a me perguntar se não seria produto de minha mente ou alguma fantasia. Porém, o sentimento que eu havia experienciado não me abandonava. Ele me mandava prosseguir e compartilhar algumas das introvisões que eu tivera. 
Como costuma acontecer, um grande ser apareceu para mim e disse: “Meu filho, você está no caminho certo.Confie em vocêDeus o escolheu para uma grande missão. Agora vá, e sorva profundamente do espírito. Nutra-se, pois logo chegará o momento em que você deverá voltar para sua terra natal. E, nesse momento, muita dor estará à sua espera. Mas em meio a essa dor, você será uma fonte de salvação para toda humanidade.” 
Em minha mente, pensei: “Como isso é possível? Sou uma pessoa simples. Sou estrangeiro nesta terra. Estes seres parecem tão mais sábios do que eu.” Mesmo assim, algo tocou numa corda do saber dentro de mim.
Fiz como o sábio sugeria: meditei, orei e jejuei. Conversei com os animais, com os pássaros e com as árvores. Comecei a sentir a presença de Deus. Por isso, quando eu caminhava pela Terra, mal ousava pisá-la com muito vigor, com medo de que pudesse ferir o rosto do amado senhor. Com o tempo, conforme fui amadurecendo em minha compreensão e aprofundando minha busca espiritual, tive a sensação de que, na verdade, havia sido chamado para uma grande missão. 
Começou a se erguer o véu que todos possuímos, quando chegamos aqui. Senti, em minha alma, que era meu destino ir para minha terra natal e, de algum modo, levar a Luz, pois as pessoas realmente haviam perdido a centelha da alegria, da reverência, do perdão e da benevolência. Tive uma experiência na qual me senti como alma de tudo que estava vivo. Senti como se a Luz de meu coração emitisse raios que conferiam Luz a tudo que existia. Às vezes, eu ficava vagando naquele estado como um louco.
Por fim, retornei à minha terra natal e, lá, eu de fato era um desajustado. Mas, agora, isso não parecia ter muita importância, pois a chama do propósito ardia em meu peito. A missão, que eu sabia ser minha, já me tocara. De início, falei com algumas pessoas simples. Muitas vezes riam e retiravam-se abruptamente no meio de meus discursos. Do mesmo jeito que vocês devem se sentir de vez em quando, eu me sentia tentado a voltar para a terra de Arya Vata (Índia) em meio aos santos, aos poucos iluminados que na verdade encontrei. Contudo, eu sabia que minha tarefa era levar a Luz para a terra em que eu nascera.  Aos poucos, comecei a encontrar uma ou duas pessoas que não me consideravam louco.
Passava algum tempo com elas, falando sobre muitas coisas, abrindo meu coração, esperando que elas passassem a sentir o fervor do amor que eu viera partilhar. Paulatinamente, vieram outras pessoas e trouxeram amigos. Depois de algum tempo, alguns realmente seguiam comigo. Unimo-nos como irmãos e irmãs para um único propósito: levar a mensagem do amor e da graça de Deus. Novamente, o número dos que vinham para escarnecer e zombar era bem maior do que o número dos que vinham para escutar. Como vocês, às vezes sentia-me cansado. Perguntava-me se, de algum modo, havia entendido mal aquele chamado para uma missão. 
Decodificando A Missão
Inúmeras vezes eu parava e dizia a mim mesmo: “Não posso deixar de falar o que está em meu coração”. Por isso, eu falava. E creio que isso causou muitos problemas a várias pessoas, pois o que eu falava não tinha nada a ver com os ensinamentos que elas estavam acostumadas a ouvir. Essas pessoas questionavam e duvidavam de minha autenticidade e me repreendiam. Muitas vezes fui preso pelas autoridades por causa de algum propósito maquinado, só para me segurarem e para que eu ficasse calado por um ou dois dias. 
Mas como não encontravam nenhum motivo para me deter, eu acabava libertado e partilhava de novo a minha mensagem. Comecei a ter recordações, creio que as posso chamar assim, de ter saído de outro lugar para vir a este mundo. Comecei a me lembrar de que tinha estado aqui como um espírito voluntário, acho que seria assim que vocês diriam atualmente. E comecei a decodificar minha missão. Com a decodificação, veio uma capacitação que eu jamais conhecera antes.
Às vezes eu permanecia no deserto e observava o céu e as estrelas, sentindo como se tudo aquilo que existia tivesse explodindo do meu coração em êxtase e amor. Parecia um louco, apaixonado pelo propósito, com um entusiasmo impetuoso. O entusiasmo era tão contagiante que passou a ligar-me a algumas pessoas que começaram a enxergar a visão e também a decodificar a missão. Juntos, encontramos e fundamos um bando de renegados, creio eu.
Muitas vezes precisávamos nos esconder nas cavernas, nas montanhas e na vastidão do deserto para escapar às pedras que os outros costumavam atirar em nós. De vez em quando era difícil conseguir alimentos, pois não éramos bem-vindos na maioria dos lugares. Tornamo-nos conhecidos como desordeiros e agitadores e como uma ameaça aos ensinamentos e comandos consagrados. Sentia-me como vocês devem se sentir às vezes- desencorajado. 
Devo confessar que não foram poucas às vezes em que chorei.
Perguntei ao Pai: “Por que eu? Por que eu? Não tenho a força. Não tenho a sabedoria. Não tenho o poder suficiente para enfrentar a ignorância desenfreada destes tempos”. “Creio que as pessoas mais atraídas por mim também eram párias, renegadas, aquelas que não possuíam boa reputação. Eu também adquiri uma péssima reputação, pois gastava meu tempo com essas pessoas. Descobri que, apesar de seu comportamento exterior, elas possuíam corações generosos e abertos à mensagem de Deus e ao amor Dele.
Comecei a decodificar mais a fundo, e ao fazer isso, todo o vestígio de dúvida começou a desaparecer. Passei a ter o conhecimento, vindo de uma profundeza que eu não conseguia explicar,de que aquilo que eu fazia e ensinava era a verdade. À medida que esse conhecimento começou a verter por cada poro de meu ser, passou a chegar cada vez mais gente para me escutar. Em determinado momento, tinha tantos seguidores que era realmente uma ameaça aos poderosos daquela época. Tornei-me consciente, pois minhas habilidades de telepatia, assim como meus outros dons, começaram a aumentar. Descobri que algumas pessoas pareciam se curar na minha presença. Às vezes, eu era chamado às pressas para colocar minhas mãos sobre certos indivíduos. 
Várias coisas maravilhosas aconteceram pelo poder do Pai dentro de mim. Muitas vezes eu dizia a essas pessoas: “ Por favor, não comentem nada a esse respeito. Apenas voltem para casa e desfrutem de sua boa saúde”. Mas, obviamente, como é típico das pessoas, elas comentavam. Os rumores, o escândalo e os mexericos cresceram a tal ponto que desejei, com todo o coração, fugir para as montanhas e esquecer tudo aquilo.
Inúmeras vezes eu parei e disse a mim mesmo que realmente possuía uma mensagem que precisava ser divulgada. Lembrei de minhas experiências com os sábios no Himalaya. Comecei a ter visões (vocês poderiam chamá-las de precognições ). Previ que eu seria severamente perseguido e que sofreria um destino que já se repetira centenas, talvez milhares de vezes naquela época, e que iria acontecer a mim também: a crucificação. Eu sentia medo, como vocês sentiriam. Perguntei-me se a minha mensagem era tão importante a ponto de eu dar minha vida por ela. Orei, chorei e pedi orientação.
A orientação era sempre a mesma: “Você veio para se desincumbir de uma grande lição que será escrita em eras que ainda estão por vir. Sua vida simples e todas as coisas que você está partilhando agora serão como uma Luz para toda a espécie humana.”
Tive uma série de experiências naquele momento, quando estava descansando e imaginava ou sentia presenças recobertas por mantos ao redor do meu leito. Com freqüência, as visões se desvaneciam rapidamente quando eu despertava, e não conseguia retê-las por completo em minha mente. Mas comecei a sentir como se o Pai houvesse enviado acompanhantes para caminhar comigo. Eu também tinha visões estranhas, nas quais parecia estar lá fora, entre as estrelas. Não conseguia explicar isso. Sentia como se estivesse navegando na imensidão do céu. Cada vez que eu tinha essas experiências, sentia-me mais encorajado e seguro quanto ao meu chamado.
Quando, finalmente, tive uma precognição e vi que muito em breve eu seria mesmo levado, ergueu-se dentro de mim um espírito de coragem, de força, de paciência, que só consigo imaginar como uma dádiva do Pai. Quando vocês passam por momentos de grande coação, de grande tragédia, não notam também que um espírito igualmente grandioso se eleva dentro de vocês? Comigo também foi assim. 
Uma Merkabah de Luz
Embora eu soubesse que essas pessoas que estavam contra mim não poderiam ser dissuadidas, não importando o que eu dissesse ou fizesse, também sabia que devia concordar. Eu até sabia que alguns de meus seguidores não me seriam fiéis, se dispersariam e logo esqueceriam o que eu lhes havia ensinado. Vi também, em seus futuros, vidas que seriam gastas em sangue derramado na terra. Era como se os véus se tivessem erguido e eu visse o futuro nitidamente. Eu não queria vê-lo. Desejava com toda minha alma que fosse possível mudar o curso do futuro. 
Eu Era Verdadeiramente A Luz
Talvez fosse minha imaginação febril. Às vezes, eu não me sentia bem. Sofria de indisposição no estômago e no trato intestinal. Ocasionalmente, isso era acompanhado de febre, Eu pensava: “Talvez seja meu cérebro febril que cria estes pensamentos.” Mas o amor em meu coração e o sentimento de proximidade a Deus, o Pai, era tudo que eu possuía como ponto de referência mais forte.
Quando fui detido e encarcerado, voltei a pensar com cuidado. Como um moribundo, em certo sentido, minha vida inteira passou diante de minha mente. Mas junto com isso vieram, de novo, as visões daqueles que pareciam vir a mim durante a noite e, novamente, as visões de minha estada nas estrelas. Convenci-me de que eu era daquelas estrelas, de que eu possuía um mundo, muito distante, do qual (Síriuseu viera para esta Terra. Essa visão começou a tomar conta de mim com fervor e, assim, comecei a perceber que não importava o que eles fizessem ao meu corpo, eu não era aquele corpoEu era verdadeiramente a Luz que eu tinha visto fluindo da minha essência para todas as coisas
Depois, fui levado a julgamento e, mais uma vez, aquele poderoso espírito ergueu-se dentro de mim. Só que desta vez ele era tão inexorável, tão ardente, tão apaixonado pelo propósito, que não importava o que me dissessem, era como se visse através do celofane. Conseguia ver claramente e distinguir seus corações. E o que me encorajou muito foi que também consegui ver o futuro deles, ver o momento em que esses corações finalmente se abririam e se libertavam do cativeiro da negatividade.
E assim, mantive-me firme, pode-se dizer, em meditação e oração, fortificando meu espírito, pois sabia que meu tempo na Terra estava chegando ao fim. Percebi, de fato, que iriam me crucificar da maneira mais cruel que pudessem, pois eu dissera várias coisas enquanto estivera em estado de êxtase divino, o espírito fala através da pessoa, não se pode refrear os lábios. 
Tudo Parecia Um Sonho
Finalmente, como vocês tem conhecimento em suas histórias, fui de fato levado e posto na cruz. A coisa boa que tenho a lhes dizer é a seguinte: quando aquele dia fatal chegou, eu havia me colocado num tal ponto de consciência, que para mim tudo parecia ser um sonho. Vi as multidões a meu redor. Ouvi o choro de meus companheiros e daqueles com os quais crescera e que havia amado. Vi a confusão e o medo em meus seguidores. Fiz tudo o que pude naqueles últimos momentos para elevar minha energia o mais alto possível para perto de Deus.
Quando me pregaram na cruz, ouvi, como num sonho, o eco das marteladas e nada senti. Não experienciei a mínima dor. Era como se eu estivesse fora de  meu corpo e observasse aquele corpo pregado lá, com os cravos enterrados em seus tornozelos e pulsos. Não conseguia me relacionar com ele como se aquele corpo fosse o meu. Parecia uma caricatura minha. Quando levantaram a cruz e a fixaram no pedestal, novamente eu parecia estar acima daquele corpo, sangrando e abatido, sem sentir nenhuma dor. 
Estava num estado de tamanha lucidez que conseguia ver claramente aquilo que o Pai me enviara para fazer. Eu sabia, embora às vezes fosse tentado a entrar numa consciência inferior e a julgar aquilo que acontecia ao meu redor, pois as pessoas me pareciam tão ilógicas, tão cruéis, tão ignorantes. Mas toda vez que sentia isso era arrastado para mais perto do meu corpo. Percebi que se permanecesse naquele estado de consciência, logo voltaria para aquele corpo e estaria experienciando a dor. Então, com muita concentração, mantive meus pranas, meus sopros vitais, na porção mais elevada de minha consciência. 
Vivi A Minha Visão
Aquele momento parecia se situar fora do tempo. Não experienciei uma passagem de tempo. Por fim, senti um espasmo abrupto em minha forma física. E dentro de meu corpo sutil, como se eu houvesse estado num balão amarrado a ele e alguém soltado a corda, de repente me senti muito livre e percebi que o corpo morrera. De certo modo, senti-me aliviado, como vocês estariam, pois sabia que não estava mais preso àquela forma, e estava realmente livre. 
Fiquei observando quando o corpo foi baixado da cruz e veio alguém, que eu amava muitíssimo e que vocês conhecem como José de Arimatéia, junto com minha amada mãe e outros, e levaram embora meu corpo, chorando. Senti-me muito pesaroso com a tristeza deles. Queria dizer a eles: “Não chorem por mim… Estou vivo. Estou bem. Não chorem. Fiz aquilo que fui chamado para fazer. Eu vivi a minha visão. O que mais se poderia pedir de mim?”
Fiquei olhando eles levarem o corpo e o colocarem na tumba, rolando uma grande pedra para fechar a entrada. Muitos profetas haviam falado de alguém que viria e romperia os grilhões da morte. Realmente, jamais pensei que fosse eu. Preciso lhes dizer a verdade. Nunca me ocorreu que os antigos profetas estivessem falando de minha vida. Quem sou eu? Um simples rapaz judeu. Nada tenho de especial… uma visão… um sonho… algumas experiências do Pai. 
Mas percebi que estava rodeado por aqueles mesmos seres maravilhosos que haviam me visitado à noite, só que desta vez estavam me chamando por outro nome. Estavam dizendo que eu precisava me desencumbir  de mais uma tarefa. Fiquei imaginando de que modo faria isso. E eles disseram: “Não tenha medo, estamos com você. Estaremos com você e o ajudaremos nessa grande incumbência. É que você… você foi escolhido para representar este grande mistério do futuro que está por vir.”
Fui instruído e ajudado por esses grandes irmãos a entrar em meu corpo, e foi como entrar em algo muito frio e pegajoso, algo muito instável e ferido. Instruíram-me detalhadamente sobre como gerar o fogo sagrado da transfiguração e da ressurreição. Em minha mente, uma lembrança distante voltou e, de repente, eu me lembrei de vidas passadas nas quais eu estivera numa grande escola de iniciação. Eu estivera num grande edifício que vocês conhecem hoje como a Pirâmide de Gizé. Naquela época, eu também estivera numa tumba semelhante. Como iniciado, eu conseguira realizar a viagem da alma a partir de minha forma inerte até me sentar nos Conselhos de Melchizedekna Estrela /Sol Sírius, na Constelação do Cão Maior. Aquele pensamento começou a tomar conta de minha mente e, à medida que realizava a decodificação de maneira mais completa, lembrei-me de como fazer isso.
Quando fui colocado de volta no corpo, meu espírito brilhou com propósito, com empenho apaixonado. Respirei, como eles haviam me instruído, concentrei-me em meus sopros vitais e fiz a poderosa essência de vida percorrer aquela forma. A forma começou a ter espasmos e a tremer. Começou a exalar um estranho odor que encheu a tumba. Experienciei uma chama ardendo por todo o meu ser e continuei meditando e respirando e difundindo, dispondo-me a voltar à vida.
Eu Sou A Vida Eterna
Bem, alguns de vocês tem uma noção geral do que aconteceu. Queria lhes contar minha experiência. Quando fiz aquilo, subitamente o corpo, por si mesmo, começou a se elevar da tumba. Tive uma experiência dupla, a de estar fora do corpo, olhando para o que acontecia, e a de estar dentro do corpo, simplesmente queimando com energia e Luz e poder. Descobrindo-me de certa forma espantado, de repente o corpo caiu na laje fria sobre a qual eu tinha sido colocado e a Fraternidade materializou-se na tumba comigo e disse: “Não tenha medo. Você pode fazer isso. Nós o ajudaremos. Uma vez mais, concentre-se em sua respiração. Respire. E seja a Vida Eterna.”
E eu repetia para mim mesmo: ”Eu sou a Vida Eterna.”
Quando respirei desta vez, meu corpo se metamorfoseou em Luz radiante de um modo pleno, total e completo. A próxima coisa de que me lembro é que fui de repente elevado pelos ares. Eu estava flutuando. Estava dentro de uma Luz selada. Depois, estava em pé num aposento circular com esses mesmos irmãos.
Disseram-me que minha visão estava quase completada. Eu fizera algo maravilhoso. À medida que falavam, minhas recordações foram voltando cada vez mais. Eu me lembrei deles, e me lembrei de que eles me haviam trazido e me colocado dentro do meu corpo quando eu era criancinha. Reconheci meu pai - ele fora um desses Grandes Anciãos - e minha mãe. E de repente senti-me como o ator de uma peça, que fica tão mergulhado na representação correta de seu papel que se esquece e perde de vista o fato de que, na verdade, tudo aquilo era um teatro. Fui elogiado e cumprimentado. Meu corpo foi regenerado e restaurado na companhia de meus Irmãos. Vi e entendi por que eu tivera aquelas visões de navegar pelas estrelas, pois, de novo, estava navegando por entre as estrelas numa nave de Luz maravilhosa (UMA Merkabah). 
Disseram-me para voltar à Terra, a fim de testemunhar e testificar a imortalidade de toda a humanidade. Eu estava estabelecendo um protótipo que seria consumado dali a milhares de anos. Aparentemente caí numa espécie de sono e, quando acordei, estava na Terra, sob uma grande tamargueira. Levantei-me e me perguntei se sonhara tudo aquilo. Meu corpo parecia bem, mas tinha algumas marcas. Quando observei as marcas, percebi que , de alguma maneira, fisicamente, eu de fato tivera aquela experiência.
Levantei-me e olhei ao redor. Vi que estava na área onde estavam vivendo muitos dos que haviam me seguido, mas eu era como um fantasma. Ninguém parecia ver-me. Eu estava em outra dimensão. Falava em voz alta, mas ninguém me dava ouvidos.
Os Irmãos falavam dentro de minha mente, telepaticamente, e sugeriram novamente aquele mesmo respirar e a concentração de minha energia, dizendo que eu a levasse para as pernas e para os pés. Meu corpo estava um pouco dormente e eu continuava com a sensação de uma existência irreal. Dentro de alguns dias estabilizei-me e fui me encontrar com vários dos que haviam me seguido.
Eles mal conseguiam acreditar que eu era aquele que fora crucificado. Duvidaram de mim. Entrei, ceamos e bebemos suco de uvas. Comi carne de peixe. Permiti que eles tocassem meu corpo e vissem as chagas nos meus pés, no lado, nas mãos. Ainda havia cicatrizes e marcas em minha testa, deixadas pela coroa de espinhos. Chegou o amado José de Arimatéia, que era como um pai. Vocês sabem que meu próprio pai retornara à Fraternidade antes que eu atingisse a maioridade. Então, José disse: “- Venha, meu filho. É tempo de você retornar à Fraternidade de Luz, pois tem muito trabalho a fazer.”
Em seguida fomos para uma imensa floresta e lá nos sentamos em meditação, e comunguei novamente com o Pai. Disseram-me que eu devia ir de novo para as montanhas do Himalaia; lá a Fraternidade esperaria por mim. Eu tinha muito a fazer em muitos territórios estrangeiros. Vejam, minha mente estava de tal maneira que, novamente, como muitos de vocês, as dúvidas continuavam a surgir. Percebi que é por isso que a humanidade tem tantos problemas. A mente é de tal maneira que sempre duvida do miraculoso. Mas ao sentar-me com aquele ser bondoso e querido, que eu amava com toda a alma, comecei a me concentrar uma vez mais em meu propósito. De novo comecei a integrar as energias que inundavam meu ser.
Apareci para muitas pessoas naqueles tempos e algumas conseguiam me ver por causa de sua clarividência, algumas conseguiam me sentir, algumas não me viam de jeito nenhum. Subi uma colina e dois dos Irmãos vieram e cada um deles ficou de um lado. Àquela altura havia um pequeno ajuntamento, outra vez, daqueles que realmente sentiam minha energia e de fato experienciavam a maravilha que recaíra sobre mim. Tive novamente uma sensação de elevação, uma sensação de que a Luz me engolfava. Senti como se cada poro de meu ser estivesse inundado de Luz. Fiquei um pouco zonzo e desorientado e percebi uma voz muito profunda dentro de mim falar: 
“Eu Sou A Ressurreição. Eu Sou O Caminho. Eu Sou A Vida Eterna. E Embora O Homem Morra ou Pareça Morrer, Ainda Assim Ele Vive Em Mim”.
Perguntei-me de onde vinha aquela voz e sabia que era do Senhor Deus dentro de mim.
Outra vez, senti que eu subia, subia, subia, junto com os meus amados Irmãos e companheiros. E olhei para o alto e vi uma nuvem maravilhosa que novamente recebia a minha essência. Assim que parei naquela nuvem maravilhosa, achei-me de novo no aposento circular com meus Irmãos. Mais rápido do que pensamos, voamos para dentro da Fraternidade dos Mestres, para o que vocês chamam de Shambhala.
Lá, uma vez mais, dentro da secreta imensidão de seus rostos mais sagrados, encontrei um lar e um povo.
Vivia entre os imortais, descobrindo que eu também era imortal. E o sono de eras, os últimos vestígios dos véus necessários foram erguidos de meus olhos e conheci a mim mesmo, como eu sempre fora conhecido. Na companhia de meus Irmãos, de meus companheiros, aprendi a enviar meu espírito pelo mundo. Materializando-se em forma à vontade. Aprendi (para ser mais exato, talvez devesse dizer “reativei”) minhas capacidades de transcender o tempo, o espaço, a matéria, a dimensão. E atingi a plena consciência, o pleno conhecimento e a plena recordação.
Saí de lá e apareci a todos os remanescentes das Doze Tribos de Israel que, àquela altura, tinham se (suas almas) espalhado por todos os continentes e haviam se corporificado em diversas raças e diversos povos DIFERENTES. Cheguei-me a eles e com eles vivi. Passei-lhes os ensinamentos do reino de onde eu viera. Após haver partilhado minha essência durante muitos , muitos anos, finalmente percebi que era hora de me desfazer da vestimenta que eu usara sobre a Terra. Então eu a tirei e a deixei, pois ela havia cumprido o seu propósito. Quando dei partida do veículo físico, eu estava à beira de um lago encantador. Acredito que, hoje, vocês chamam aquela terra de Kashemira (Hoje região da Índia na divisa com o Paquistão, onde existe um túmulo muito antigo de um homem santo venerado com o nome de Santo Issa ).
Uma vez mais, senti a presença dos Irmãos ao meu redor, uma vez mais fui erguido em Luz para uma espaçonave (Merkabah) maravilhosa de Luz. Soube, então, quando completei a missão daquela vida, que eu era comandante estelar daquela nave e que eu havia, pela força divina, conseguido a plena retirada do véu para encenar, como o ator de uma peça, o triunfo sobre a ilusão. Eu tinha de fazer isso a partir de dentro da ilusão, exatamente como vocês. 
Aquele estranho nome pelo qual me chamavam, que me soava tão estranhamente familiar, Sananda, é o nome pelo qual sou conhecido, e descobri que eu era filho de um grande Rei e de uma grande Rainha,  e que eu viera de uma poderosa linhagem de Kumaras. De fato, eu era Sananda Kumara. E mais, eu era uma multiplicidade de seres, um dos quais era chamado de Sanat Kumara, Sanaka Kumara e Sananda Kumara.
E assim, descobri dentro de mim que eu era mais do que jamais sonhara. Veio a mim, outra vez com grande assombro, o redescobrimento, a lembrança e o reinado de meu pleno conhecimento e de minha plena qualidade de ser. 
Compromisso Com A Libertação De Todas As Almas
Olhei para trás, na direção da Terra, e soube com toda minha alma que estava comprometido com a Ascensão e Liberdade de todas as almas daquele planeta. Fiz o firme Voto de que voltaria sempre, na verdade eu nunca iria embora, pois parte de minha essência permanecia em Shambhala, mesmo que eu vivesse nas espaçonaves. Com minha visão clarividente, previ a época em que todo um povo se elevaria em vida Eterna e na Luz mais gloriosa que vocês consigam imaginar, exatamente como eu me elevei, e proclamei a Glória de Deus e da Vida Eterna.  
Contei-lhes esta história porque queria chamar atenção para o fato de que, exatamente como vocês, eu estava toldado por véus, tinha uma vaga lembrança das minhas saídas do corpo. Eu decodifiquei. Despertei e escolhi cada passo do caminho.
Escolhi a graça, a confiança e o perdão, a gratidão e a exaltação de Deus Todo-Poderoso; e, além disso, escolhi o Amor.
Aquilo que eu fiz, continuamos a fazer agora, nesta era. Isto é maior do que o que eu fiz, porque vocês o estão fazendo em grupo. Vocês o estão fazendo por intermédio da Cooperação, numa camaradagem que eu não conheci na minha época. Por isso, Eu Os Saúdo e os Aplaudo e os Amo com toda a minha Alma.
Permitida a reprodução, desde que mantido no formato original e mencione as fontes.
http://www.thoth3126.com.br/

Solange Christtine Ventura
http://www.curaeascensao.com.br

Espiritismo e Espiritualismo, diferenças?

Espiritismo e Espiritualismo, diferenças?

A incompreensão tanto de um lado quanto do outro (espiritismo e espiritualismo), em minha visão, tem fundo de natureza materialista, não só nos USA, na Europa, como também no Brasil, e arrisco a dizer que este entendimento afeta todo o planeta.

É inegável que movimentos espiritualistas reconhecidamente espíritas na verdade, nos dias de hoje, como o das irmãs Fox, bem como seus propagadores e estudiosos, tiveram uma proposta distante do espiritismo kardecista, ao menos quanto a sua propagação, isso, porém, teria uma possível explicação atualmente, já que, à época daqueles fenômenos, a doutrina espírita, apesar de contar mais de 40 anos de sua codificação e estudos havidos por Alan Kardec, ainda era alvo de toda sorte de descréditos por ataques de falsos espíritas e de não espiritas, que tudo faziam para denegrir a doutrina, bem como por ataques dos movimentos religiosos nascidos no seio do cristianismo, tanto na Igreja Católica, quanto, e mais acentuados, nos de culto de orientação protestante e evangélicos.

Esta incompreensão, atrevo-me expor e assim sujeitar-me à críticas daqueles mais adiantados no conhecimento espírita e espiritualista, sopejando prós e contras, inclusive, diante do atual movimento denominado "Nova Era", no qual se insere Kryon, o Mestre do Serviço Magnético, como ele próprio revela nas canalizações (e não incorporações) dadas à Lee Carrol nos USA, e a muitos outros em diversos países, inclusive no Brasil, sendo eu mesmo um de seus canais.

Os Espíritos mais adiantados, encarnados e "desencarnados", ou melhor, neste último caso, "aqueles que não se expressam no momento numa experiência biológica", tendo uma visão mais livre e próxima da compreensão "da mente de Deus", com a evolução do conhecimento expresso no "interior do cérebro biológico (com seu equivalente espiritual pelo perispírito)" formado pela soma de todas as experiências biológicas (e espirituais nas sucessivas encarnações) de todos os tempos, desde o momento em que o Humano passou a dar-se conta da própria existência, como fruto da vontade Divina,têm tentado trazer à lume o conhecimento de energias que ora estão ao dispor da humanidade, o que, contudo, enfrenta, também hoje, contrariedade no seio até do próprio espiritismo Kardecista.

Assim, acontecem as manifestações de Asthar Sheran, Kryon, Sananda (Jesus), Mãe Maria, e tantos outros a transmitir mensagens (ditas da Nova Era) para um sem número de mediadores da Luz, capazes de trazer à tona, em geral, com plena consciência do receptor, que logo pode ou não esquecer-se da mensagem recebida, razão pela qual é sempre importante registrar tais mensagens sejam por gravação eletrônica ou por outros meios. Todas estas manifestações, entre outras, estão inseridas no que se reconhece atualmente como espiritualismo, sendo aí incluídas todas as doutrinas que, não sendo o próprio Espiritismo Kardecista, propagam e defendem a reencarnação do mesmo espírito ao longo das Eras. Existem aqueles espíritos de origem extraterrena, como Asthar Sheran (que é também conhecido por nós por Arcanjo Miguel), vindo da constelação de Órion), como também Sananda, que é Jesus, que encarnou na Terra, e É a manifestação direta Da Fonte de Tudo que É. Sim a "Nova Era" é os tempos atuais da manifestação de Deus, tal como era para Abraão, Moisés e tantos outros, só não estão Suas mensagens compiladas na Bíblia, pois o tempo da evolução é o Agora.

O Espiritismo na sua força esclarecedora da mensagem de Jesus (Sananda, Deus, ou a Fonte de Tudo que É), teve e ainda tem seu papel para a ascensão da humanidade, que pouco a pouco se dissemina no Ocidente, havendo, ainda alguns filhos e irmãos que se encontram no caminho do esclarecimento, os quais, se manterão no ciclo tridimensional em outro Astro Planetário, já que a Terra já ascendeu para a Quinta dimensão cósmica, e, aos poucos, levará consigo aqueles que embora já "reconheceram o que já sabem", conforme tantas e repetidas mensagens de Kryon (e de tantos outros, como o próprio Asthar Sheran) alertam, ainda se encontram "dormindo", tal como se estivessem em transe físico, porém de olhos e sentidos bem despertos.

Então aonde reside de fato a diferença entre o Espiritismo e o Espiritualismo? Resposta: "nas mentes dos espíritos que ainda encontram-se a caminho conforme explicitado no parágrafo anterior". Há algum mal nisso? Claro que não, exceto pelo fato de que estas almas muito provavelmente já se encontram vivendo no seu próprio "umbral ou inferno" particular co-criado por suas próprias mentes em vibrações negativas.     

 

domingo, janeiro 08, 2017

O bem e o mal. A separação do joio do trigo

Não há qualquer separação do bem e do mal. Ambos são apenas "polaridades" da Divindade, de Deus, são por si só expressões, de Deus manifestadas na Terra pelo Humano, através de seu livre arbítrio, condição única daqueles Espíritos que encarnam/manifestam na matéria biológica no Planeta Terra.
Quando o "canal" recebe uma intuição/canalização, ele próprio deve ter cuidado de não expressar seu próprio entendimento de uma Verdade recebida do Alto, como se este fosse a Verdade absoluta. Quando assim o faz, cai em seu próprio "orgulho e vaidade", interpretando segundo seu conhecimento exterior e não sob seu "sentir" interior. É lamentável, pois há perda de tempo para si e para outros que o sintonizem, porém, apenas "atrasando" sua jornada, mas nunca condenando uma criatura d'Deus à uma condição final de que o separaria definitivamente de sua "elevação".
Eu Sou Kryon, do Serviço Magnético

domingo, dezembro 04, 2016

LEGADO DOS QUE "VOARAM" AOS QUE FICARAM

LEGADO DOS QUE  “VOARAM” AOS QUE FICARAM
Queridos, a atividade humana
É permeada pela vida e cheia de Vida!
Viver, neste plano chamado Terra,
É estar sujeito às “vicissitudes”,
Bem como às “tragédias”,
Às alegrias e tristezas.
Estes, entre outros, são conquistas (e “perdas”)
Do espírito encarnado,
Muito embora, para ele, nunca hajam perdas.
Do Espírito que “escolhe/decide”
Viver a experiência da “matéria-espírito”.
Quando uma experiência finda
Abruptamente, respostas são buscadas
(Pelos encarnados),
Perguntas são levadas  a Deus
Como se todos já não tivessem as respostas.
A ironia é que o Espírito que vocês são,
Tem todas as respostas.
E vocês nunca leem em seu próprio dicionário,
Ou, de outra forma, nunca enxergam a realidade.
Vocês escrevem, enquanto encarnados,
O seu dia, a sua vida,
Para assim, Viver, sua Plenitude.
Vocês (encarnados), enquanto olharem
Só para fora de vós,
Estão vendo só a metade
De Tudo Que É!
Eu/Vocês Sou Um
Múltiplo Energético,
Já Me referi a isso como uma sopa
Sendo cada um de vós
A outra “metade” que Me/Nos completa
Assim, NUNCA HÁ A SEPARAÇÂO
Tal como vocês pensam existir
EU SOU UM COM VOCÊS
Lhes é difícil entender isso, sei.
Porquê, afinal, Deus faria sua criação
Ser Ele mesmo? E esconder-se dela com um véu?
É a pergunta que resta.
Queridos, logica geométrica, analítica, explica.
A Experiência explica.
Mas vós só enxerga o exterior e, só a “pele”
Jamais tendes enxergado o corpo todo da criação
Há exceções, é preciso que se diga,
Eram poucas até a um século atrás e,
Agora são milhares, somando milhões,
Muitos estão acordando do sono
(O véu é como um sono)
Muito embora esse acordar se dá efetivamente
Só do lado de cá, ainda.
Muitos dos que desencarnam, em certas
Circunstâncias, reconhecem, na derradeira hora,
O Retorno ao Lar e, Me/Se reconhecem verdadeiramente.
Assim, vós que têm ouvidos, mas não ouvem,
Têm olhos, mas não vêem,
Não duvidem que a última consternação
Mundial, que atingiu a cerca de 60 a 70% dos encarnados
No plano Terra nos últimos acontecimentos,
Não tenha acontecido sob a batuta de Vós/Nós
Para atingir, com sua energia, um novo entendimento
Uma nova Terra
Certamente, lhes deve parecer, um momento menor,
Mas não é.
E todos os que participaram das ultimas cenas
Neste cenário, têm/tiveram seu lugar definido,
Sábios que eram/São
E reconheceram isso, em sua saída de cena final
A mensagem/resposta que buscam, está diante de vós
Leiam-na em si mesmos, ouçam-na em si mesmos,
Vós/Nós Somos Um Só.
Assim É.

Eu Sou Kryon, do serviço magnético.
by Canal Rudilvam

quinta-feira, dezembro 05, 2013

ESTÁS CONFUSO? ENTÃO PENSE NISSO

Mensagem recebida da Família Kryon
(Dada a Rudilvam SG em 03 e 04-12-2013)
(Kryon do Serviço Magnético - www.kryon.com ou www.kryonportugues.com)

(Esta mensagem foi revisada e reeditada com correções gramaticais e ortográficas em português).

Estou meio confuso, pois também não vejo muito norte, sei lá em que porta além de nossa espiritualidade poderemos bater!!!
(Pensamento/frase emitida pelo interlocutor)


Mensagem da Família Kryon:

Será falta de conexão com o mundo? ou com Deus ?
  Ou excesso de conexão com Deus e pouca com o mundo ?
  Filosofar faz bem de vez em quando.
  Excesso de Deus certamente não é. O tempo de conexão com Ele vai além do infinito e da eternidade em qualquer sentido da linha.
  Mas pouca conexão com o mundo até pode ser.
  Se isso for ou é considerável em nossas ponderações, é praticamente certo que está correto o pensamento. Basta testarmos.
  Mas não fazemos o teste todos os dias enquanto usando um corpo físico/mundano ??
  Se fazemos o teste já temos parte da resposta. Mas é preciso entendê-la, no seu âmago, no cerne.
  Então ? o que nos falta para entender a resposta toda?
  Temos algumas variáveis a considerar: tempo? espaço ? velocidade ? altura ( em cima ou em baixo)?
  Ou ainda outras, tais como: emoções humanas?
    Sou mais favorável a que "nossa" (da humanidade) falta de entendimento está relacionada a 90%, ou mais, às emoções humanas
  Então? o que se pode concluir filosoficamente falando ?
  Então, pouca conexão com o mundo, ou nenhuma, é o mais correto.
  Bem, caímos, nestas reflexões, num círculo;
  E isso, se não for coisa de louco, será, com certeza, de filósofo.
  Concluindo: Deus não nos falta, mas compreensão do mundo sim;
  E isto, de novo, nos deixa num círculo sem ter toda a resposta.
  Então será preciso ter consciência, ou melhor, chegar à consciência do que nos falta para compreender o mundo, as pessoas e o que fazemos de certo ou errado do ponto de vista dos demais espectadores sujeitos às "nossas" atitudes.
  Ao mesmo tempo que observamos somos observados,
  E, em geral, só avaliamos o outro,
  Mas naquilo que ele não nos satisfaz,
  Quando o correto seria avaliarmos a nós mesmos, naquilo que não satisfazemos ao outro;
  Lembras?: 7 x 7, a outra face ?
  Mas, da análise de círculo em círculo, vamos rumo a outros, pois o que está em cima também está em baixo e vice versa,
  O que está num lugar, também está noutro,
  O que é veloz, também é devagar,
  O que têm tempo, também não têm nada,
  Mas o que não tem tempo, pode também não ter tudo.
  Filosofar é para poucos,loucos ou filósofos.
  Meu amigo, meu irmão e meu filho, tens aí um prato que dá o que pensar

(No dia seguinte, em continuidade a mensagem do dia anterior):
Ei você aí

    Já parou para pensar na aventura humana?
    Qual, ou, quais as diferenças de estar ou não estar?
    De ser ou não ser?
    De ter ou não ter?
    Bem, estar ou não, são fatos, que diferença nenhuma fazem,
    Pois você só está se ser,
    Se não ser, não está,
    Entretanto se estiver tem de ter
    Porém se não estiver ainda assim poderá ter
    Onde está então o cerne do pensamento?
    Não adianta estar, ter sem ser.
    Aonde você estiver, se não ter, não será.
    Estamos andando em círculos? Sim, desde ontem.
    Então estar aqui neste lugar ou em Genebra (exemplo) será a mesma coisa,
    Tudo tem a ver com a criação humana,
    Não a Divina.
    O teto daqui é o mesmo de lá.
    A arquitetura, bem, a arte, faz diferença , mas mesmo assim faz parte da experiência humana,
    Não é Divina,
    Mas será incorporada;
    Aqui temos o ser,
    Ser que se faz Deus.
    Novamente estrutura de pensamento fora do tempo e espaço.
    Quando você está aqui ou lá está no mesmo lugar de Deus,
    Se tiver Deus, e O tem,
    Terá Tudo.
    Círculos ?
    Sim. Novamente a experiência de Deus na Terra.
    Mais pensamentos que dão no que pensar
    Para você meu irmão, meu amigo, meu filho e não será também meu pai ?
    Da Família Kryon com Amor,
    Fiquem com Deus e Jesus
    Assim É