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domingo, outubro 15, 2006

Presidente? Que Presidente?

Alckmin ou Lula? Como saber de fato em quem votar? Qual será o homem sério que devemos colocar no executivo do país? Como saber quem está dizendo a verdade? Como acertar? Estas e outras perguntas devem estar passando na cabeça de todos os brasileiros honestos, sérios, pobres ou ricos, desejosos de assegurar um futuro melhor para si e para todos nós.
No retrospecto das ações de políticos e da política não há nada animador, pois o Lula, se tem um passado não comprometido com as oligarquias políticas então vigentes antes, durante e depois do regime militar, tem contra si o comprometimento posterior, quando no poder deixou-se influenciar pelas mazelas deste e daqueles grupos que então dominavam, se lambuzando nas mesmices daqueles: sua corrupção, seus erros, suas falsas interpretações e falsa publicidade do atendimento às necessidades dos brasileiros, ou seja fez o velho jogo politico tão conhecido de todos nós.
O Alckmin, por sua vez, é cria do referido velho jogo político, porque filiado a partido cuja maioria de integrantes estiveram inseridos no cenário político durante o regime militar e, por conseguinte, também comprometidos com a velha política.
Assim, a qualquer candidato que se dirigir o voto, fica a incógnita quanto a verdade de seus projetos e seu comprometimento de fato com o futuro do Brasil. Enquanto não mudar o quadro político e suas instituições, dificilmente poderemos ter qualquer esperança e crença nos políticos. Enquanto não for permitido que novos candidatos não se inspirem (e não sejam forçados por este) no velho jogo político, nenhuma verdade será comprovada senão após as eleições e, como de regra tem sido, a verdade (posterior às eleições) não tem sido nada alentadora para os Brasileiros.
Será preciso primeiro que o poder politico se modifique, para depois podermos separar o joio do trigo, da forma como está hoje não teremos condições jamais de identificar o que é bom, quem está dizendo a verdade, enfim, quem poderia ser de fato o melhor no cargo político, até porque se este não entrar no jogo, considerando a forma de poder atual, nada vai conseguir para melhorar (ou piorar) o Brasil.

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